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Gerente de Saúde lamenta aumento nos casos de dengue e intensifica fumacê em CG

Da Redação*. Publicado em 7 de fevereiro de 2017 às 12:58.

A gerente da 3ª Região de Saúde, Tatiana Medeiros, disse que o último índice de infestação predial não a surpreendeu e lamentou que a tríplice epidemia causada pelo mosquito Aedes aegypti não é algo que esteja controlado.

Foto: Paraibaonline

“Tínhamos uma situação aparentemente controlada, mas na verdade, quando vamos analisar os casos de dengue, zika e chikungunya divulgados em janeiro, temos a certeza que tanto 2015 transcorreu com a epidemia como 2016. Sabemos que esse índice vai crescer devido às chuvas de verão, calor e desocupação das residências devido às viagens de férias. É importante que exista esse conhecimento da população e o conhecimento da responsabilidade compartilhada, porque 30% dos focos estão dentro da nossa casa, e as ações governamentais são limitadas. Se as repartições não fizerem sua faxina, não vamos controlar o mosquito nem chegar em situação de tranquilidade”, explicou a gerente.

Tatiana alertou que essas doenças matam se não forem tratadas.

“Em 2016 foram registrados 44 mil casos suspeitos de dengue e em 2015, 29 mil notificações. Foi um crescimento de quase 50% de um ano para o outro. O fumacê não é solução do problema, é um recurso limitado. O que nos preocupa é o número de criadouros”, disse ela.

A gerente está intensificando o “fumacê” no Parque do Povo e Centro de Campina Grande em uma operação direcionada ao Carnaval nas áreas próximas aos quatro eventos religiosos que a cidade vai sediar.

*As informações foram divulgadas na Rádio Correio.

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